Novo incêndio em casa de indiciado por morte de Kauan assusta vizinhos

Polícia

A casa onde há suspeita que várias crianças e adolescentes foram violentados e entre essas vítimas está Kauan Andrade Soares dos Santos, que tinha 9 anos, foi incendiada pela terceira vez. O último registro aconteceu no começo da tarde de hoje e os Bombeiros foram com duas viaturas para controlar as chamas.

A residência é do ex-professor e pintor de alvenaria Deivid Almeida Lopes, 38 anos, que está preso desde 20 de julho. Ele foi indiciado pelo estupro e assassinato de Kauan, que desapareceu em 25 de junho deste ano. O local fica no bairro Coophavilla 2, na Rua da Praia, e é germinada com outra casa.

Os ataques feitos, que ocasionaram quebra de vidros, de portas, deixaram vizinhos assustados. Uma mulher que vive na região há 17 anos disse hoje que viu um jovem chegar de bicicleta e pular o portão. “Ele estava com um vidro com gasolina e depois que pulou, iniciou o fogo. Ouvi ele dizer ‘Vou botar fogo mesmo’. As telhas começaram a estralar e aí fiquei com medo”, relatou.

Essa mulher comentou que esta é a terceira vez que incendeiam a casa, o que deixa o clima tenso. “A minha vontade é de ir embora”. Segundo ela, o melhor a fazer seria demolir a estrutura. “Seria bom porque direto tem bagunça aí dentro”, contou.

A reportagem esteve na casa e não identificou que houve chamado para a polícia investigar o incêndio criminoso.

Não foi possível confirmar se a propriedade é de Lopes ou ele a aluga. A Polícia Civil concluiu o inquérito contra ele envolvendo o garoto Kauan neste mês. O indiciado nega as acusações.

O corpo da vítima, apesar de diversas buscas, não foi localizado. A principal suspeita da equipe de investigação da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) é que Kauan foi esquartejado mais de uma vez e os restos mortais dele foram jogados no Rio Anhanduí.

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