Quapivara: Agetran vai instalar placas e redutores de velocidade para proteger quatis e capivaras

Cidades

Placas informativas e educativas, bem como redutores de velocidade começaram a ser instalados, nesta terça-feira (26), em Campo Grande nos locais de maior incidência de atropelamento de quatis e capivaras. A iniciativa é resultado da parceria entre Ministério Público Estadual (MPE) e Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Os locais com maior frequência de atropelamentos são nas proximidades dos parques lineares, Parque Sóter, Parque das Nações Indígenas e Lago do Amor.

A Agetran é parceira do MPE no projeto Quapivara, criado para reforçar a missão ecológica e, principalmente, para promover a sustentabilidade da cidade, e combater a falta de urbanidade e respeito no trânsito.

Em Reunião Ordinária, realizada no dia 04 de agosto, com representantes da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), Parque das Nações Indígenas, Polícia Ambiental e Agetran, a procuradora de Justiça, Marigô Regina Bittar Bezerra explicou que havia solicitado, por meio de ofícios, a instalação de placas informativas e educativas e redutores de velocidade nos locais com maior frequência de atropelamentos.

Na ocasião, o diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno, informou que tomaria providências quanto à sinalização, com placas de advertência educativa e redutores de velocidade, que seriam implantados nos locais com maior ocorrência de atropelamentos, além da educação ambiental desenvolvido pelo órgão.

Quapivara

A Capital é famosa por ter animais silvestres transitando em ruas e avenidas, porém atropelar animais, além de causar impacto negativo socioambiental, pode causar acidentes graves aos motoristas.

Com o intuito de proteger os animais e também os motoristas, o projeto Quapivara foi criado para reforçar a missão ecológica e, principalmente, promover a sustentabilidade da cidade e combater a falta de urbanidade e respeito no trânsito.

O nome Quapivara remete aos quatis e capivaras, animais silvestres que convivem com a população de Campo Grande, em regiões habitadas e de tráfego, e que por isto estão sujeitos a atropelamentos.

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