Privatização: Governo federal flexibiliza regras para concessão da BR-262

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O Ministério dos Transportes deve refazer o processo de concessão da BR-262 em outros patamares e com menos exigência, para assegurar que haja interessados na estrada.

Essa estratégia foi adotada porque, nos últimos quatro anos, o governo federal anunciou a privatização, mas o processo naufragou por falta de interessados em pagar R$ 2,5 bilhões pelos 327 quilômetros da BR-262, no trecho entre Campo Grande e Três Lagoas.

Porém, agora, há um fator que pode alavancar a concessão da rodovia. É que a Fibria e a Eldorado Celulose – localizadas em Três Lagoas – passaram usar a estrada para viabilizar suas produções. São, em média, 10 caminhões por hora das duas empresas que circulam pela BR-262, segundo estudos da Fibria.

Também há expectativa de um fluxo maior de veículos com a criação de polo moveleiro em Água Clara e uma fábrica de celulose em Ribas do Rio Pardo. Essas empresas vão precisar que caminhões façam o transporte de matéria-prima e também escoem a produção.

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